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Mostrando postagens de 2017

QUAL É O MELHOR SISTEMA DE PROCESSO ELETRÔNICO?

     Após o conhecer os diferentes sistemas de processo eletrônico disponíveis pelos Tribunais brasileiros, elencamos alguns requisitos que fazem toda a diferença no dia a dia dos operadores do direito, de modo a apontar qual é o melhor sistema em uso no Judiciário. QUAL É O MELHOR SISTEMA DE PROCESSO ELETRÔNICO? 8º Apolo (TRF2, JFES e JFRJ) x Funciona em qualquer navegador x Possui painel com todos os processos vinculados ao advogado x Permite o substabelecimento diretamente no sistema x Possui aplicativo com controle de prazo e alerta de movimentação processual x Permite encerrar prazo pelo sistema x Aceita PDF e peticionamento diretamente pelo sistema x As custas são geradas automaticamente no momento do protocolo  7º e-STJ (STJ) v Funciona em qualquer navegador x Possui painel com todos os processos vinculados ao advogado x Permite o substabelecimento diretamente no si

OAB suplementar - principais dúvidas

     É de conhecimento geral que o advogado está habilitado para atuar em todo território nacional, com a única objeção administrativa de promover sua inscrição suplementar nos Estados em que possua mais de 05 causas. Muitas são as dúvidas, inclusive para advogado sênior, sobre o conceito de habitualidade e quando, de fato, a inscrição suplementar se mostra obrigatória. Sendo assim, segue o resumo das principais dúvidas sobre a questão: 1) HABITUALIDADE: 05 CAUSAS NOVAS POR ANO, EXCLUÍDAS AS CAUSAS DE COMPETÊNCIA DOS TRIBUNAIS SUPERIORES E TRIBUNAIS REGIONAIS FEDERAIS Segundo o Tribunal de Ética e Disciplina (TED) da OAB/SP, o limite de 05 causas novas é por ano, não sendo cumulativo com as causas de anos anteriores: EMENTA 4 - INSCRIÇÃO SUPLEMENTAR – HABITUALIDADE – LIMITE DE CINCO CAUSAS POR ANO – NÃO CUMULATIVIDADE – RECURSOS E AÇÕES ORIGINÁRIAS DE COMPETÊNCIA DOS TRIBUNAIS SUPERIORES E TRIBUNAIS REGIONAIS FEDERAIS. Advogado, que atua e

IPI na revenda de importados - crítica à interpretação adotada pelo STJ ao art. 2º da Lei 4.502/1964

     Longo é o caminho do intérprete do direito positivo até a constituição da obrigação tributária. Interessante observar que a norma tributária possui em si um controle de legalidade em cada um dos critérios do antecedente e do consequente. No antecedente, há a necessidade de o critério material corresponder a um verbo somado a um complemento previamente fixado pela Constituição. O critério espacial e temporal tem que refletir a realização do critério material em determinado espaço-tempo. No consequente, o critério pessoal deve eleger sujeitos ligados ao verbo presente no critério material, seja praticando o verbo ou vinculado ao verbo previsto no antecedente. Por fim, o critério quantitativo deve representar manifestação de riqueza derivada da prática do verbo. Ainda que cada critério da norma geral e abstrata esteja devidamente preenchido no texto da lei, a constituição da obrigação tributária só ocorrerá com a subsunção do fato à norma, vertido em lingu

XXIV Exame da OAB - primeira fase - Gabarito preliminar

WWW.REFORCONLINE.COM.BR se está no celular, acompanhe também no  facebook  e no  twitter utilize os comentários para discutir as dúvidas iniciais Está no smartphone? Gire o celular para visualizar melhor      A aprovação no Exame da OAB  é requisito necessário para a inscrição nos quadros da OAB como advogado. O exame pode ser prestado por bacharel em direito, ainda que pendente apenas a sua colação de grau, formado em instituição regularmente credenciada. Poderão realizá-lo os estudantes de direito do último ano do curso de graduação em direito ou dos dois últimos semestres.

EXECUÇÃO FISCAL DA UNIÃO E COMPETÊNCIA DELEGADA

     Por comando constitucional do art. 109, §1º, da CF, as causas em que a União for autora serão aforadas na seção judiciária de domicilio da outra parte.  Essa regra já constava no art. 578 do CPC/1973 e foi devidamente incorporada pelo Novo CPC, inclusive estendendo seus efeitos para Estados e Municípios: Art. 46, §5º do NCPC: A execução fiscal será proposta no foro de domicílio do réu, no de sua residência ou no do lugar onde for encontrado. Art. 51 do NCPC: É competente o foro de domicílio do réu para as causas em que seja autora a União. Apesar de não existirem maiores dúvidas quanto à competência territorial, muito se debateu em relação à competência delegada prevista no §3º do art. 109 da CF. O referido dispositivo trata da competência federal delegada à justiça estadual, quando a Comarca não seja sede de vara do juízo federal, para as causas em que forem parte instituição de previdência social e segurado. No entanto, o constituinte permitiu