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Mostrando postagens de Maio, 2011

Amor e Revolução - O que não é visto não é lembrado

A belíssima novela de Tiago Santiago exibida após o programa do Ratinho pelo SBT – bom, pela Globo é que nunca iria passar mesmo* – nos transporta para o Brasil da ditadura. Achei interessante e ousado o SBT passar uma novela tratando de um tema tão delicado e ainda atual na vida política do Brasil e na vida privada de muitos. O que eu digo aqui provavelmente você já ouviu ou leu, mas não sei se viu os depoimentos da novela. São depoimentos fortes e, pior do que isso, reais. Abaixo segue um deles, escolhido pela mensagem final passada pela depoente:



Que atitudes como a do SBT sirvam de exemplo às outras emissoras para que todos conheçam melhor esse triste capítulo da história, para que eles não se repitam e que a justiça seja feita a todos os torturados e familiares das pessoas mortas pela ditadura que ainda clamam pelo julgamento desses crimes de lesa humanidade – que infelizmente vão ter que esperar um bom tempo para que a geração da ditadura morra e a geração da constituinte se volte…

REVOLUÇÃO PELAS REDES SOCIAIS – Chegou a Nossa Vez (?)

O mundo árabe está em ebulição. Os jovens, através das redes sociais, promovem movimentos de protestos e derrubam ditadores.
Na Grécia, greves gerais, passeatas e protestos estão sendo realizados, também organizados pelas redes sociais e por milhares de jovens nas ruas.
Não é coincidência, é tendência. Os jovens sempre estiveram à frente dos movimentos políticos e sociais, e hoje seus gritos de protesto nunca ecoaram tão longe. Cada vez é mais comum os noticiários informarem notícias no estilo dos parágrafos acima.
Aqui no Brasil o momento nunca foi tão apropriado. Os filhos da Constituição de 1988, ou seja, a primeira linhagem de jovens de um Brasil livre das amarras da ditadura chega aos vinte anos armados de liberdade de expressão proporcionados por um Estado de direito e pelas redes sociais.
Os primeiros sinais começam a aparecer. Um jovem, que grava vídeos na internet em seu próprio canal, lança um movimento em busca da diminuição da carga tributária – e até o momento em que esc…

MODALIDADE DA OBRIGAÇÃO

1.QUANTO AO OBJETODar, fazer e não-fazer: essas são as obrigações quanto ao objeto.OBRIGAÇÃO DE DARDevedor deve entregar ou colocar à disposição um determinado bem. Ex.: compra e venda.OBRIGAÇÃO DE FAZERPresta serviço, presta atividade. Ex.: Prestação de serviço.OBRIGAÇÃO DE NÃO-FAZERAbstenção. Ex.: sigilo.José de Castro Neves: Nos casos em que temos o interesse na coisa, tenho a tendência que isso é uma obrigação de dar, p. ex. comprar uma cadeira. Se comprar uma cadeira levando em conta a habilidade do autor, isso é uma obrigação de fazer.1.1OBRIGAÇÃO DE DARNa manifestação da obrigação transfiro a propriedade de objeto, cedo a posse ou devo restituir alguma coisa.No direito brasileiro existe a transferência da propriedade por contrato. No Brasil, ao contrário da Itália e França que basta o contrato para transferência da propriedade, contrato não transfere direito real. As formas clássicas são Tradição (entrega da coisa) no caso dos bens móveis, e registro no Registro de Imóveis, no …

A Confraria – coincidências da ficção?

Bom, vendo as manchetes internacionais foi inevitável não recordar o livro "A Confraria", de John Grisham. Ele traz uma surpreendente história. Entre as extorsões realizadas no presídio federal, a trama mostra o envolvimento da CIA e das indústrias bélicas na campanha presidencial americana, mais precisamente nas prévias.
Trago abaixo a sinopse deste intrigante livro extraída do site http://jgrishambrasil.blogspot.com/search/label/A%20Confraria Editora: Rocco
Tradução: Aulyde Soares Rodrigues
ISBN: 85-325-1163-5
Páginas: 360
Ano de Lançamento: 2000

Um candidato à presidência dos Estados Unidos, três juízes condenados, o chefe do serviço secreto americano, um general russo, um advogado alcoólatra, policiais desonestos: este é o elenco de A confraria, o novo romance do campeão de vendas John Grisham.

(...)Enquanto isso, a CIA tem seus próprios planos para a próxima campanha presidencial, elegendo um candidato afável aos seus interesses e da indústria bélica americana. Seu nome é Aaron…